5 dicas para ganhar velocidade na bateria!

Por Vlad Rocha

Muitos bateristas — entre alunos e conhecidos — me perguntam o segredo para ganhar velocidade na bateria. Por esse motivo decidi escrever este texto com alguns pontos importantes para desenvolver uma boa técnica no instrumento. Apesar de falar especificamente sobre bateria, acredito que estas dicas sirvam para qualquer instrumento.

Muita gente acha que existe uma “fórmula mágica”, que do dia para a noite irá fazer com que acordemos com as mãos do Cuca Teixeira e os pés do Max Kolesne. Mas a verdade é que isso não existe. Se não trabalharmos nossas habilidades dia após dia, elas não vão sair do lugar.

Então vamos começar!

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Reestudando o que já foi estudado

Por Vlad Rocha

No meu primeiro texto de 2018 para o blog do Ritmismo.com, gostaria de abordar uma situação pela qual venho passando recentemente. Estudei o livro Bateria Brasileira, do Christiano Rocha, orientado por ele inclusive, já há algum tempo. Consegui finalizar o livro. Desde o ano passado estamos preparando o curso do livro para o Ritmismo.com, no qual toco diversos exercícios.

Tive então a oportunidade e o prazer de reestudar o material com a finalidade de filmar algumas seções. E o que constatei? Além de não lembrar mais como tocar muita coisa, passei a observar o material sob outra ótica, mudando um pouco a forma de estudar o conteúdo. Lembro-me que quando estudei da primeira vez, praticava os exemplos diversas vezes seguidas, sempre com o olhar atento na partitura. Ao reestudar, busquei uma nova abordagem. Como deveríamos filmar um número específico de repetições de cada exemplo (normalmente oito vezes para compassos em 2 por 4 e quatro vezes para compassos em 3, 4 etc.), busquei estudar exatamente o número de repetições que deveria gravar, cuidando para que todos os compassos soassem muito parecidos, e com suingue. Também procurei incorporar os exemplos ao máximo, podendo fugir um pouco da partitura (confesso que isso não foi possível para todos os exemplos, mas já é alguma coisa). Assim, poderia gravar/filmar de forma mais natural.

Um detalhe que notei nesta “nova” forma de estudar o material foi que existem dois pontos cruciais que necessitam de maior atenção e concentração. O primeiro deles é no primeiro compasso, quando saímos do “repouso” e começamos a tocar. Escutar o click e sair tocando corretamente. Percebi que eu tinha uma propensão a executar o primeiro compasso de uma forma um pouco mais “oopaa, olha a casca de banana”, e depois o groove “assentava”. Isso ocorria principalmente em exemplos com andamentos mais lentos a médio-rápidos.

O segundo ponto-chave é o último compasso, quando finalizaria o take. Principalmente em exemplos com andamento mais rápido, o último compasso precisa ser executado com muita atenção. Além de podermos estar mais cansados (no meu caso, isso ocorre especialmente quando tem muita colcheia no chimbal com o pé esquerdo), temos também aquela coisa meio inconsciente do “tá acabando! Vou conseguir! É agora…” e ploft. Portanto, ao mudar minha maneira de estudar, percebi que só ficar tocando o exercício 487 vezes seguidas sem parar não era o único fator importante. Era necessário tocar poucas vezes, começando e terminando direito.

Com tudo isso em mente, pensei: “Existe tanta coisa que estudamos na vida e nunca mais consultamos, mas que poderíamos contemplar com um novo olhar”. Mais ou menos como assistir de novo a um filme cujo final já conhecemos, e procurar detalhes das pistas que a história dá para chegar a essa conclusão.

Minha dica então é que você pegue algum material que já estudou há tempos, coloque na estante de partitura e pense numa forma diferente de abordagem.

Em breve farei outro post dando dicas de materiais que já estudei (e que muita gente já estudou na vida) e que possibilitam diferentes abordagens bacanas para fins de estudo.

Valeu, pessoal! Feliz 2018 e até a próxima!

 

 

Sugestões, sem votos de feliz ano novo

Por Christiano Rocha

Em vez de pular ondas numa praia repleta de gente vestida de branco gritando, eu preferiria pular as tradicionais festas de Natal e de Ano Novo, que acho um porre, mesmo sem beber. Bebendo também acho.

Adoraria passar batido pelo festival de rojões Caramuru (antes fossem Noble & Cooley), assim como as mensagens impessoais coladas no WhatsApp, enviadas às 3h30 da manhã, hora boa para dormir. Ou para escrever este texto.

Estou parecendo Statler e Waldorf, aqueles dois velhinhos mal-humorados do The Muppet Show, mas ao menos consegui pular os especiais de TV de fim/começo de ano, com atrações dignas de um “camp de tortura”, com representantes dos vikings, da Santa Inquisição, da SS, dos cartéis de drogas e afins. Em suma: quanta porcaria! Ah, mas o povo gosta…

Uma coisa boa desse período com pouco trabalho e tempo livre, luxo que faço questão de valorizar, é que estou aproveitando bastante, e sem culpa. Lendo, indo ao cinema, testando receitas e panelas novas, assim como assistindo a uma enxurrada de documentários na Netflix (nem vou entrar no assunto “addictive series”, como Breaking Bad, Dexter, Narcos, Ozark, Vikings, Stranger Things, Frontier…). Documentários sobre a Segunda Guerra (como O Trem de Hitler – A Besta de Aço e Nazi Secret Files) e política (The Square, Winter on Fire: Ukraine’s Fight for Freedom, The Propaganda Game, Under the Sun etc.), passando pela história da sensacional — e saudosa — Tower Records (All Things Must Pass: The Rise and Fall of Tower Records) e pela falência da indústria pornô (Pornocracy: The New Sex Multinationals), que, assim como a Tower, tem muito em comum com a falência da indústria fonográfica. De John Coltrane (Chasing Trane) a Twisted Sister (We Are Twisted F… Sister!), passando por: Hired Gun (sobre os nem sempre valorizados músicos de apoio [rings a bell?]), I Called Him Morgan (sobre o trompetista Lee Morgan), Chicago (a banda, não a cidade), Eagles (a banda, não a ave), George Harrison – Living in the Material World, Keith Richards – Under the Influence (com Steve Jordan!), SHOT! O Mantra Psicoespiritual do Rock (sobre o fotógrafo Mick Rock), Afraid of the Dark, sobre o grande Nat King Kole (esse, sim, foi um rei!) etc.

Tenho bastante simpatia pelos “azarões” (eu me considero um), o que me remete ao documentário Anvil! The Story of Anvil. Não é o tipo de som que me agrada, mas que história bacana!

Outro documentário que vi, e um dos poucos de que não gostei, foi sobre o David Bowie (Bowie: The Man Who Changed the World), pois parece que estavam mais interessados no figurino do que nas músicas, mesmo ele tendo papel importante na trajetória do artista.

Falemos mais sobre David Bowie. Esse cara de mil caras despertou minha atenção quando rolou a colaboração com a dupla (esse termo também lhe causa arrepios?) Pat Metheny/Lyle Mays, namúsica “This Is Not America”, presente na trilha do filme The Falcon and the Snow Man (1985). Difícil não citar também a gravação de “Under Pressure”, junto com o Queen.

Outra coisa que me marcou foi a participação de Bowie como protagonista do filme Furyo, em Nome da Honra (1983), que tem Ryuichi Sakamoto assinando a trilha. Aliás, a Verinha Figueiredo foi muito feliz em gravar uma versão de “Merry Christmas, Mr. Lawrence” em seu primeiro disco.

Como aqui não estou tratando especificamente de bateria, não vou adentrar no assunto “bateristas de Bowie”, mas vou citar três bateristas de que gosto bastante e que trabalharam com ele: Omar Hakim, Tony Thompson (in memoriam) e Aynsley Dunbar.

Enfim, depois de assistir ao documentário, fui escutar no Spotify o último disco do Bowie, Black Star, lançado dois dias antes de sua morte, ou seja, literalmente o “último disco”, não o “mais recente”. Ele sabia que ia partir, então não se trata de um disco para vender. Foi o canto de um cisne, o que despertou em mim uma curiosidade mórbida.

Ao escutar o enigmático disco — várias vezes, com fone, sem Facebook por perto —, a última coisa que eu queria era prestar atenção na bateria, mas acabei me surpreendendo justamente com o baterista, que não fazia a menor ideia de quem era. Fui olhar no Google. Mark Guiliana.

Apesar de ter ouvido falar muito bem do Guiliana, não sabia muito a respeito do trabalho dele. Sendo assim, fui da busca no Google para a busca no YouTube. Descobri, graças ao chamativo título (“Jojo Mayer and Mark Guiliana in It Only Happens Once Documentary – Vlog #39 Jan 7th 2017”), um baixista inglês chamado Janek Gwizdala. (Esses caras têm nomes tão legais, não é mesmo?)

A música que abre o vídeo, “Parallel Worlds”, me pegou no ato. Voltei ao Spotify e escutei o disco inteiro, It Only Happens Once, do Gwizdala, que conta com Mark Guiliana e Jojo Mayer na bateria. Desnecessário dizer que vale muito a pena escutar esse trabalho. (Ouça com carinho a faixa “Benny”.)

Enfim, em vez de desejar blá-blá-blá em mais uma volta de nosso pequeno e frágil planeta (nosso?) em torno de nossa pequena estrela (nossa?), deixo aqui algumas dicas de final, começo ou meio de ciclo.

Ah, e caso queira me recomendar algo (livro, filme, receita, panela, disco, série, documentário etc.), por favor, envie um e-mail para o velhaco curioso que vos escreve.

Câmbio e desligo, Ground Control.

Música, amizades, evolução e inspiração!

Por Vlad Rocha

Nós, que escolhemos a música como forma de vida, temos uma coisa em comum: uma vontade incontrolável de ser melhor do que somos (que é sempre melhor do que ter vontade de ser melhor que o outro). Uma busca constante por evolução que muitas vezes nos tira o sono e que de certa forma nos faz sofrer, mas que é necessária para atingir nossa própria identidade enquanto “comunicadores musicais”.  É nesta eterna busca pelo nosso aprimoramento no instrumento que visamos “comunicar melhor” nossos sentimentos, nossas ideias e nossas motivações.

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Influências – Rush – Anthem

Por Vlad Rocha

Com 40 anos recém-completados, gostaria de começar aqui uma série sobre algumas músicas que me influenciaram no decorrer da  vida. Inicialmente indicarei músicas que plantaram a semente da “vontade de ser baterista”. Trechos que ao ouvir me fizeram pensar: “Caraca, que legal isso! Um dia quero conseguir tocar o que esse cara fez!”.

Vou começar com a primeira faixa do disco Fly By Night, do Rush, a Anthem. Eu devia ter uns 13 anos quando fui visitar meu padrinho Márcio Caixeta. Estava começando a me aprofundar no rock e suas grandes referências. Como ele era baterista, mas já havia parado de tocar, notei alguns discos de vinil que ele guardava em cima de um bumbo Pinguim. Comecei a fuçar e ele me emprestou alguns. Entre eles estava o Fly By Night (outros discos presentes nesta “leva” também estarão presentes em futuros posts).

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Bateria é o instrumento mais fácil de tocar. Mal.

Por Christiano Rocha

Primeiro, uma retrospectiva. Nos últimos cinco dias, fiz o lançamento do meu segundo livro, Play!, ensaiei com o quarteto instrumental do excelente guitarrista Fábio Santini e toquei numa gig de rock e pop com músicos legais e experientes. No papel soa bonito, não? Mas como escrevem os jovens nas redes sociais: SQN. Só que não mesmo.

Vamos lá. No lançamento, toquei músicas do meu CD Ritmismo, lançado há dez anos, ou seja, trata-se de uma coisa velha. Também toquei material de outros dois discos que gravei há um bom tempo: Marco, da cantora Adriana Godoy, e Lightwalk, do tecladista Corciolli. Tudo música que conheço de trás pra frente. Nada de novidade para mim. Até comprei um chimbal remoto para tocar uma das músicas de forma diferente, para não me sentir tão parado no tempo, junto com um Falcon e seu helicóptero amarelo. Quem é da minha geração vai entender.
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Sugestões de livros para estudar bateria

Livros importantes em minha formação como baterista

Por Vlad Rocha

Olá!

Desde que comecei a estudar bateria, li diversos livros sobre os mais diferentes assuntos. Rítmica, técnica de mão, rudimentos, levadas, independência, fraseados e tudo o que abrange o estudo do instrumento. Neste post gostaria de apresentar algumas sugestões de livros que explorei mais a fundo e que ajudaram a moldar o que toco atualmente; — embora siga buscando uma constante evolução, pois nunca sabemos tudo. Quando achamos que sabemos, podemos quebrar a cara ao passar por determinada situação.

É importantíssimo dizer que esta lista NÃO ABRANGE TODOS OS LIVROS DE QUALIDADE QUE EXISTEM POR AÍ! A ideia é apresentar os que eu estudei (alguns mais, outros menos) para sugerir a você, que está começando a tocar bateria ou que já toca, a procurar por um material de estudo que certamente te fará evoluir. Lembre-se de— especialmente se você ainda não é um baterista de nível avançado – procurar o auxílio de um professor que domine o conteúdo que você praticará. Isso vale mesmo que esteja em um nível avançado e queira explorar uma linguagem com a qual ainda não esteja acostumado. Vamos em frente!

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Escolhas da vida

Por Vlad Rocha

Muita gente não sabe, mas antes de viver exclusivamente da bateria eu era um profissional da área publicitária. Me formei em propaganda e marketing em 1998, pouco depois de completar 21 anos. Aos 22 já trabalhava no departamento de mídia de uma grande agência de publicidade, atendendo clientes de alto investimento. Bradesco, Correios, Ministério do Trabalho, Hewlett Packard. Depois mudei de agência e fui atender Dell Computadores, Le Postiche, iG e alguns clientes do setor imobiliário. Mas sempre me mantive tocando. Fiz um bom tempo de aulas com o grande Alaor Neves nessa época, inclusive. Entre 2001 e o final de 2003 fiz parte da banda Maybees, que em 2002 se reinventou e se transformou no Ludov. Conheci os demais membros dessa banda devido à publicidade, já que eu havia estudado junto com a maioria deles na faculdade de propaganda e marketing, a ESPM. Dava pra ensaiar, fazer gig e também gravar disco. No final de 2003, devido ao aumento das minhas funções na agência, optei por sair da banda. Uma escolha. Acertada, pois era o que eu queria na época. Troquei a música pelo mundo publicitário, que pagava minhas contas.
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Onde tudo começou

Por Christiano Rocha

Voltei a morar no lugar onde meu interesse pela música começou. Um prédio no Planalto Paulista onde rolavam os bailinhos nos fins de semana. Época em que a garotada ainda brincava na rua.
Antes mesmo de saber o que significava “aro 14″”, eu montava uma bateria improvisada com tampas de pizza (da pizzaria Arca, que tinha uma pizza horrível, diga-se de passagem), um par de chimbal de 15″ Ziltannan e um Avedis de 22″, resquícios de um tempo em que meu pai tocava bateria como hobby, como você pode ver na foto a seguir.

Aliás, usei esses pratos — que tenho até hoje — em algumas faixas do meu CD Ritmismo. Enfim, nessa bateria “customizada” eu ficava dublando — não tocando — músicas de que gostava, e das quais, dentro do possível, conseguia imitar os movimentos que o baterista supostamente deveria fazer. Pode parecer absolutamente ridículo, mas uma dessas músicas era The Other Woman, de um cara chamado Ray Parker Jr. (o clipe dessa música é absolutamente pavoroso). Seria mais impactante eu dizer que chapava nos fills do Cobham na Mahavishnu ou que tentava imitar os movimentos do John Bonham. Só que não, até porque eu não fazia a menor ideia de quem eram esses caras.
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Quem não tem competência não se estabelece. Será?

Por Christiano Rocha

Iniciarei este texto com a seguinte opinião: a frase — um dia famosa — “quem não tem competência não se estabelece” já era. Esquece. Foi-se o tempo em que a banda tocava assim. O mundo virtual acabou com isso de vez, deu o golpe de misericórdia. (Não acredite em tudo que um youtuber, ou algo do tipo, diz.)

Hoje é comum ouvirmos frases como “mais importante que ser bom é as pessoas acharem que você é bom”. Olha só que beleza.

Na necessidade de se adequar aos novos tempos, acabei entrando em redes sociais e aprendendo a mexer em programas de computador. De um mais simples Word a um mais complicado e pentelho Vegas. Justo eu, que detesto botões e fios. No fim das contas, sou eu quem filma, edita e posta alguns de meus vídeos quase caseiros.
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Dicas para escolher um bom curso online de bateria!

Por Vlad Rocha

Olá! Nesta época em que temos um turbilhão de informações na internet, é normal você se sentir perdido. Você pode estar procurando um curso on-line para desenvolver sua habilidade no instrumento, mas simplesmente não sabe como começar. Então é bombardeado por anúncios em todas as redes sociais com promessas como “aprenda a tocar em uma semana”, “os segredos para a velocidade infinita”, “como ser um músico profissional em 10 lições” e afins. Em um primeiro momento, podemos nos impressionar com a propaganda e pensar algo como “Nossa! Uau! É tudo o que eu preciso”. Bom, todos queremos evoluir. E sempre achamos que existe um segredo, uma fórmula mágica que apenas os “iniciados secretos” possuem. Pois bem, o foco deste meu texto — como estamos em um site com foco no ensino da bateria, será a bateria, obviamente — vale para todo e qualquer instrumento. E acredito que até para QUALQUER curso na verdade, que vise oferecer algum ensinamento para você aprender ou se aprimorar em alguma tarefa/arte.
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Contatos iniciais e imediatos com a música

Por Vlad Rocha

Olá, amigo do Ritmismo.com!

Este é o meu primeiro post “solo” no blog, e gostaria de aproveitar para contar um pouco sobre como meu interesse por tocar um instrumento foi surgindo.

Claro que não me lembro, mas minha mãe disse que meu padrinho Márcio Caixeta — que atuava como músico na época —me deu um tambor de brinquedo, daqueles da Hering, e que, segundo meus familiares, ele durou apenas poucas horas. Eu estourei a pele do tambor. Minha tia Maria Alice tocava piano e acordeom, e minha mãe achou que seria interessante eu fazer aulas de piano com ela. Lembro de ter feito algumas aulas, usando um livro fofinho com desenhos em vez de notas. Só que tinha um porém. Ler mais Contatos iniciais e imediatos com a música

Ritmismo.com? Como?

Por Christiano Rocha, Vlad Rocha e (um pouquinho de) Theo Queiroz

Christiano Rocha: A vida é feita de escolhas. Algumas dão certo, outras não. Faz parte dessa montanha-russa em que vivemos. Quem disse que seria fácil, José? Se tem a palavra “russa”, vai embaçar, afinal, não se trata de uma “montanha canadense”.

Ao escolher se tornar músico, você não escolhe apenas uma profissão. Escolhe uma missão. Com ônus e bônus, como todas as outras. Até aí, nenhuma novidade.

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