Começou a tocar bateria aos 14 anos, por causa do Alex Van Halen, mas depois foi descobrindo outras coisas, como a música instrumental, uma de suas paixões.

Teve a sorte de sempre ter contado com o apoio de seus pais, Roberto Rocha e Claudia Azevedo. Graças a eles, ganhou sua primeira bateria (uma Luthier preta), começou seus estudos com seu eterno mestre Ronaldo Basbaum e também completou, em 1996, o Advanced Certificate Program, na época o curso mais avançado da escola Drummers Collective, em Nova York.

Músico profissional desde 1987 (não tem roadie nem 13º salário), tocou e/ou gravou em diversos países com mais de uma centena de artistas e bandas, dentre os quais: Adriana Calcanhoto, Adriana Godoy, Adyel Silva, Adylson Godoy, Agnaldo Rayol, Alceu Valença, “Alemão” (Olmir Stocker), Amelinha, Amilson Godoy, Amilton Godoy, Ana Cañas, Andre Matos, Andreas Kisser, Arnaldo Antunes, Arthur Maia, Baby do Brasil, Beto Guedes, Carles Benavent, Cauby Peixoto, Celso Pixinga, Chico Buarque, Chico César, Clemente, Corciolli, Derico Sciotti, Diogo Nogueira, Dominguinhos, Dori Caymmi, Edu Ardanuy, Elba Ramalho, Eric Marienthal, Eugénia Melo e Castro, Faiska, Filó Machado, Havana Brasil, Heartbreakers, Hebe Camargo, Heitor Pereira (Heitor TP), Ivan Lins, Joe Moghrabi, John Patitucci, Jorge Aragão, Jorge Vercillo, Kaduna, Karnak, Kid Vinil, Léo Jaime, Mariana Aydar, Marinho Boffa, Maurício Gasperini, Michel Leme, Mozart Mello, Naná Vasconcelos, Nuno Mindelis, Orquestra Arte Viva, Os Cariocas, Oswaldinho do Acordeon, Paulinho da Costa, Paulinho Moska, Paulo Miklos, Paulo Moura, Paulo Ricardo, Peninha, Quarteto em Cy, Rafael Bittencourt, Renato Consorte, Roberta Miranda, Sá & Guarabyra, Stuart Hamm, Sula Miranda, Thiaguinho, Tony Levin, Tony Lindsay, Toquinho, Torcuato Mariano, Wanda Sá, Wander Taffo, Zé Ketti, Zé Renato, Zérró Santos e Zezo Ribeiro.

Além de diversos CDs e DVDs, gravou jingles, trilhas para teatro, cinema e TV, inclusive a trilha das novelas Avenida Brasil, Joia Rara, Além do Horizonte, A Regra do Jogo e da microssérie O Canto da Sereia, todas da Rede Globo.

Também tocou nas bandas dos programas Cantando no SBT (sub para Ramon Montagner) e Programa Raul Gil (sub para Thiago Gomes).

A duras custas/custos lançou seu CD Ritmismo, um dos vencedores do Prêmio Estímulo de Música (2007). Não pretende fazer outro.

É autor do livro Bateria Brasileira, já em sua terceira edição.

Lecionou por quase 15 anos no IP&T (Instituto de Bateria a Percussão), em São Paulo.

Realizou diversas masterclasses no Brasil e no exterior (Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, França, Inglaterra, Itália e Suíça). Pretende fazer mais disso.

Entre 2008 e 2016 coordenou a parte educacional da revista Modern Drummer Brasil. Falando em “baterista moderno”, foi um dos destaques — juntamente com Celso de Almeida, Giba Favery, Ramon Montagner, Robertinho Silva, Teo Lima e Tutty Moreno — da matéria “Drumset Artists of Brazil”, publicada na edição de setembro de 2009 da revista Modern Drummer norte-americana. A matéria foi escrita por Chuck Silverman.

Lançou o DVD Um par de baquetas e uma câmera em Barcelona, projeto acidental, sem frescura, beirando o tosco.

Adora cozinhar (e comer) e de jogos violentos, do tipo Resident Evil.

É um dos idealizadores do Ritmismo.com.

Começou a tocar bateria quando criança, incentivado por seu padrinho Márcio Caixeta, que tocava profissionalmente na noite paulistana. Sua mãe queria que ele aprendesse piano com sua tia Maria Alice, mas na aula ele a deixava tocando piano e sentava na bateria do Márcio. Depois, no início da adolescência, começou a tocar com amigos do colégio para ver se as gatinhas da sala lhe dariam atenção (sem sucesso), e aos 15 anos passou a estudar com o baterista e percussionista Ricardo Marini, que na época estudava percussão erudita na USP com Carlos Tarcha. Essa fase de estudo foi muito importante para o Vlad desenvolver sua técnica e proporcionar contato com a parte teórica, até porque não tinha bateria em casa. Estudava numa bateria de estudos (daquelas de madeira com borracha). Seu outro “pad” de estudos era o ar, onde aprendeu muitas “levadas” e praticava coordenação. Só foi ter uma bateria em 1996, uma Premier XPK feita na Inglaterra, que tem até hoje.

Aos 17 anos, entrou na faculdade de Propaganda e Marketing (ESPM), por conta da famosa cobrança do “vai prestar vestibular pra que área?”. Porém, a música seguiu sendo importante parte de sua vida, e enquanto cursava a faculdade acabou entrando também na Escola Municipal de Música de São Paulo, onde estudou percussão sinfônica com Elizabeth Del Grande, com quem estudou por dois anos. Também fazia aulas de bateria com Neto Botelho.

Em 1998 foi bolsista do Festival de Inverno de Campos do Jordão.

Ainda na ESPM começou a tocar com amigos que, posteriormente, formaram a banda Ludov. A banda ganhou em 2004 um prêmio da MTV Brasil, um VMB na categoria de Melhor Clipe Independente com a música Princesa. Nessa época, Vlad estudava com Alaor Neves.

A partir de 2005 começou a colaborar com a revista Modern Drummer Brasil, e em 2009 tornou-se, meio sem querer, editor da publicação. Suas funções: fazer a pauta, entrevistar, transcrever, traduzir, escrever o editorial e as partituras, revisar tudo, além de ter uma coluna de estudos. Por conta desse trabalho, entrevistou Neil Peart no camarim do Rush; entrevistou pessoalmente diversos bateristas gringos, como Chester Thompson, Dave Lombardo, Jojo Mayer, Marco Minnemann, Robby Ameen, Simon Phillips, Thomas Pridgen, entre outros; assim como colocou vários músicos brasileiros como destaque de capa na revista, casos de Airto Moreira, Amilcar Christófaro, Aquiles Priester, Carlos Bala, Celso de Almeida, Cuca Teixeira, Edu Ribeiro, Fernando Schaefer, Ivan Busic, Kuki Stolarski, Maguinho, Max Kolesne, Nenê, Netinho e Sandro Haick, Pantico Rocha, Pascoal Meirelles, Paulo Braga, Ramon Montagner, Serginho Herval, Vera Figueiredo e Zé Eduardo Nazario.

Tocou e/ou gravou com Ludov, Cuelho de Alice (projeto paralelo de Paulo de Carvalho, da banda Velhas Virgens), Peninha, Faiska, Michel Leme, Adriana Godoy, Cláudio Machado, Luciana Pires, Danny Calixto, Gil Duarte, Vivi Keller, Marcos Davi, Carol Andrade, Grupo de Percussão da Escola Municipal de Música de São Paulo, entre outros.

Já fez muito boteco com bandas cover, assim como diversos bailes e eventos, tocando de tudo.

Gravou trilhas sonoras para as emissoras de televisão Rede Globo, Record, SBT e Bandeirantes. Em 2009, no CD Só Vale Se Tocar, da revista Modern Drummer Brasil, participou com a faixa “Funkadélia”.

Vlad conheceu Christiano Rocha quando foi fazer aulas com ele, em 2007. Ganhou “alta” em 2011. Fez diversas subs para o Chris. No fim, o aluno virou colega, e o colega virou um grande amigo. Em 2013, ao longo de dois meses, viajaram juntos para a Europa para tocar e “turistar”. E foi entre uma caminhada e outra em algum país que fala alguma língua difícil de entender (tipo Hungria ou República Tcheca) que a ideia do Ritmismo.com surgiu. E cá está. Ritmismo.com virou realidade!

Teve seu contato com a música muito novo. Aos 2 anos de idade tocava bateria com seu pai, que o acompanhava na guitarra. Sempre gostou de escutar seu avô tocando chorinho na flauta transversal e no piano. Aos 7 anos entrou numa escola de música em Sorocaba (SP), onde começou a aprender teclado. Seu interesse pela música foi aumentando e, aos 8 anos,passou a aprender sax alto. Iniciou seus estudos de violão popular aos 10, guitarra aos 12, violão erudito aos 15, baixo aos 18 e bateria aos 19.

Nesse meio-tempo, aos 16 anos Theo começou a produzir vídeos tocando covers de outros artistas utilizando vários instrumentos. Foi quando teve seu interesse despertado pela produção audiovisual. Sentindo a necessidade de melhorar seus vídeos, começou a fazer cursos de produção/mixagem/masterização de áudio com Paulo Anhaia e Lisciel Franco. Também fez cursos de vídeo/captação/pós-produção/edição/fotografia com Junior Carelli (Noturnall, Anie) na EM&T, em São Paulo, e ainda com Anderson Gaveta.

Adquirindo experiência com diversos trabalhos, participou de vários projetos e filmou grandes nomes da música, como Virgil Donati, Hangar, Arismar do Espírito Santo, Thiago Espírito Santo, Mike Orlando, André Nieri, Junior Braguinha, Cleber Almeida, André Marques, Cuca Teixeira, Nenê, Paulo Braga, Fernando Schaefer, Aquiles Priester, Mozart Mello, Edu Ardanuy, Michel Leme, Fábio Zaganin, Cláudio Machado, Joe Moghrabi, Ramon Montagner, Sérgio Frigerio, Itamar Collaço, Alex Reis, Rodrigo Oliveira, Orquestra Arte Viva, Thiaguinho, Jorge Aragão, Amilton Godoy, Amilson Godoy, Sá & Guarabyra, Jorge Anielo, Rubinho Barsotti, entre muitos outros.

Ao participar de um workshop realizado no Instituto Musical Douglas Bueno, conheceu Christiano Rocha e, querendo aprimorar suas técnicas na bateria, passou a ter aulas com ele, que acabou convidando-o a ser um dos sócios do projeto Ritmismo.com, juntamente com Vlad Rocha. O trio estava formado.

Atualmente, Theo toca em duas bandas autorais de metal: Nôva, em que toca bateria, e Valveline, na qual toca baixo. Também participa de outros projetos, como a Orquestra Jonicler Real. Toca em diversas bandas cover e faz toda a produção de áudio e vídeo do Ritmismo.com.